A curva de Phillips já poderia explicar o que está acontecendo no Brasil, estamos vivenciando um momento em que o desemprego está menor que sua taxa natural. Embora a relação negativa entre inflação e desemprego não seja a única causa para explicar o problema brasileiro. O aumento na renda média é outro fator aliado da inflação brasileira. O crescimento do PIB, grande aliado da atual presidente, pode estar se tornando uma dor de cabeça para a mesma. O que acontece é que o Brasil, um país fadado a sofrer com falta de estrutura, teve um crescimento efetivo acima do potencial no ano de 2010. Vivemos em um país que não suporta um crescimento médio maior que cerca de 4,5% ao ano. E enquanto isso, na Africa do Sul, a excelentíssima afirma ser contra políticas anti-inflacionários que busquem frear o crescimento econômico. O crescimento é sim importante, desde que seja de forma sustentada, mas em ano pré-eleitoral, a presidente parece ter esquecido o que aprendeu (se é que aprendeu) em seu curso de Economia. Para Dilma, não atingir a meta de crescimento determinada para este ano seria uma derrota política. Infelizmente, para o resto da população, se ela conseguir, será uma bancarrota para população brasileira. Se quisermos realmente crescer, devemos investir em nossa estrutura. Evitar, por exemplo, problemas de logística que atrapalhem nossas exportações. Assim como combater as taxas de analfabetismo, para que não soframos futuramente por falta de mão-de-obra desqualificada. Tenhamos politicas corretas de incentivos ao investimento, para evitarmos freios em momentos de boom econômico. É necessário, também, cobrar os equívocos cometidos pelos formuladores de políticas, ou elfos, como queiram chamar.
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